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25 de abr. de 2012

Dica de Investimento Imobiliário: Vivare Grand Club

VIVARE GRAND CLUB - Excepcional investimento!
Agosto 2011

Faltam apenas 4 unidades!
Segue abaixo valores e características das unidades de 2 e 3 dormitórios do Empreendimento Vivare.
2 dormitórios mais alto - valor de mercado R$ 242.900
3 dormitórios mais alto - valor de mercado R$ 274.900
70% do empreendimento já foi negociado nesses valores
Valor com desconto
2 dormitórios R$176.000,00
entrada 20% R$20.000,00 + fin 300 meses - primeira parcela R$1.600,00  última R$450,00
3 dormitóriios R$198.000,00
entrada 20% R$25.000,00 + fin 300 meses - primeira parcela R$1.800,00  última R$485,00
Características do emprendimento
2 piscinas
Acadêmia
Salão de festas
Salão de festas infantil
Projeto Paisagistico com pergolados
6 módulos externos cobertos com churrasqueira e pia
Playground
Localizado ao lado do Shopping Via Catarina e muito próximo do Continente Park Shopping
Próximo a Unisul
Próximo a prefeitura, forum, Giassi, Comper, Havan, Bradesco - todos a menos de 200 metros -
Ao lado da futura Estácio de Sá - já confirmado- e a 5 minutos da Futura Universidade de Palhoça
Vale lembrar que cada unidade pode sair por menos de R$60.000,00! Como?
As unidades que já foram negociadas estão sendo alugadas por R$1100,00 - 3 quartos - em média
A parcela inicial é de R$1.650,00 e é decrescente, sendo a última de R$490,00 ou seja: Inicialmente diminuindo o valor do aluguel pelo da parcela você estará pagando apenas R$550,00
O valor do aluguel tem  reajuste anual de 7% a 9%, então em 2 ou 3 anos somados os reajustes do aluguel pelo decréscimo das parcelas você não estará pagando mais nada - tendo em vista que o condôminio, IPTU e demais taxas também ficam  por conta do inquilino .
Imagine em dez anos com os reajustes anuais e a diminuição do valor das parcelas quanto vai sobrar por mês, fora a valorização do imóvel.
Se preferir vende-lo em um ano, um ano e meio, a previsão é que a mesma unidade - 3 quartos - alcance o valor de R$300.000,00, ou seja: Lucro de R$100.000,00.
Devido ao enorme desconto no valor final das unidades, sem falar dos enormes beneficios já relatados anteriormente, somado ao numero pequeno de unidades disponíveis, a previsão é de que em poucos dias sejam encerradas as negociações!

23 de abr. de 2012

Dica de Investimento Comercial no Brasil / Florianópolis

Investimento Comercial em Florianópolis
O Brasil já é considerado o 2º melhor país para investir em imóveis comerciais, mostra uma pesquisa Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire, em inglês). O País subiu duas posições e passou a China, que agora ocupa o 3º lugar. O topo da lista é ocupado pelos Estados Unidos.
Segundo o levantamento, 18,6% dos entrevistados acreditam que o País abriga as melhores oportunidades para empregar capital em empreendimentos comerciais. Na avaliação dos empresários, o bom momento econômico do País deve manter essa tendência de valorização.
O aumento dos preços dos imóveis comerciais ocorre desde 2005, chegando a cerca de 75% nos principais bairros de São Paulo e do Rio de Janeiro. No período, a capital paulista subiu da vigésima sexta melhor cidade do mundo para se investir para a quarta posição em 2012.
Vale a ressalva que, se do lado dos investidores do mercado imobiliário o movimento é favorável, na outra ponta a explosão dos preços aumenta o custo de alocação das empresas.
Garanta o seu Investimento Comercial no empreendimento mais TOP de Florianópolis. Maiores informações pelo telefone +55.48.8423-1751

18 de abr. de 2012

Dica de Investimento: Pré-Lançamento Comercial em Florianópolis


Oportunidade de momento!

Informações pelo telefone +55.48.8423-1751

Empreendimento de altíssimo padrão, vista mar, com valorização de 80% até as chaves e preços 20% menores que o lançamento. Não perca essa oportunidade de investimento única na cidade de Florianópolis. Informações exclusivamente por telefone.

9 de abr. de 2012

Dicas de Moradia: Villas do Campeche - Ganhe uma cozinha na compra de um apartamento

RESIDENCIAL VILLAS DO CAMPECHE

  • Um empreendimento cuidadosamente planejado.
  • Uma projeto moderno, com muito conforto e espaço para o lazer.
  • Um lugar perfeito para viver bem e aproveitar cada segundo do seu dia, seja na praia ou no aconchego do seu novo lar.
  • Infraestrutura completa.
    • Todo revestido em cerâmica Portobello.
    • Área construída de 1800m² em um terreno de 3985m².
    • Aquecimento de água e gás. Sistema de climatização preparado para Split no living e dorms.
    • Nas coberturas, varanda com spa e espera para hidro.
  • Localização privilegiada.
    • A poucos minutos do aeroporto e do centro da cidade.
    • Vista permanente para o mar e para a Ilha do Campeche, em harmonia com a natureza.

 





 

  

 
DETALHES QUE FAZEM A DIFERENÇA NA SUA VIDA

  • Todo revestido em cerâmica Portobello.
  • Área construída de 1800m² em um terreno de 3985m².
  • Aquecimento de água e gás. Sistema de climatização preparado para Split no living e dorms.
  • Nas coberturas, varanda com spa e espera para hidro.
  • Área dedicada ao lazer, integrada entre os 02 blocos:
    • de um lado o salão de festas com espaço gourmet,
    • do outro, fitness todo equipado e integrado ao kid's place.
    • Separando os dois espaços uma linda piscina, com fonte e área para banho de sol.
  • Brinquedoteca, sacadas espaçosas com churrasqueira, controle de acesso, piscinas adulto e infantil.

 

    16 de fev. de 2012

    Estrangeiro com visto de turista pode comprar imóvel no Brasil?

    Segundo especialista, é possível, desde que o comprador siga as formalidades brasileiras em relação à escritura e registro.

    Muitos turistas estrangeiros que passam férias no Brasil fazem do país o local para a sua segunda residência ou até mesmo para investimentos. Mas é possível realizar a compra de um imóvel por um estrangeiro com visto de turista?
    O especialista em Investimentos Estrangeiros no Brasil, Negócios Internacionais e Planejamento Tributário, o advogado Adler Martins, garante que sim. “Basta fazer o contrato e remeter o dinheiro do país de origem diretamente para a conta do vendedor. Fora isso, o comprador deve seguir as formalidades brasileiras para passamento de escritura e registro”, afirma.
    Segundo artigo da advogada, especialista na área tributária, Amal Nasrallah, as pessoas físicas e jurídicas estrangeiras podem comprar imóvel no Brasil, sem qualquer restrição, desde que o imóvel não seja rural, não esteja na faixa costeira, fronteiriça ou de segurança nacional, caso em que será necessário o assentimento prévio da Secretaria-Geral do Conselho de Segurança Nacional.
    “As pessoas jurídicas estrangeiras só poderão adquirir imóveis rurais destinados à implantação de projetos agrícolas, pecuários, industriais, ou de colonização, vinculados aos seus objetivos estatutários, desde que os projetos sejam aprovados pelo Ministério da Agricultura”.
    A advogada ainda ressalta em seu post que a Receita Federal apenas exige para tanto que a pessoa faça um cadastro no CPF ou CNPJ, as pessoas jurídicas domiciliadas no exterior, que possuam no Brasil bens e direitos sujeitos a registro público, inclusive: I – imóveis; II – veículos; III – embarcações; IV – aeronaves.
    (Fonte: Redimob)

    10 de fev. de 2012

    Publicidade Online

    Publicidade na internet brasileira deve superar gastos com anúncios em jornais e revistas até 2015

    Pesquisa divulgada nesta semana mostra que os mercados emergentes vão garantir o crescimento da publicidade em 2012. Entre os 13 países pesquisados pela Wark (International Ad Forecast), serviço que analisa o segmento, o Brasil deverá apresentar o quarto maior avanço, 8,5%, atrás de Rússia (16,5%), Índia (14%) e China (11,5%).
    No ano passado, o setor de publicidade brasileiro ocupou a mesma posição, com avanço de 7,1%, em um período marcado por decréscimos em algumas das principais economias.
    No Brasil, o aumento da publicidade online deverá ser de 23,8%, informa a pesquisa. Já jornais e revistas devem avançar 3,6% e 6%, respectivamente.
    "E importante lembrar que, embora tenha apenas 6% dos gastos em publicidade no Brasil, a internet cresce muito rápido. Todas as outras mídias estão perdendo participação para o online, principalmente impressos e rádio, embora a TV ainda seja dominante. Imagino que a internet passará os jornais e será a segunda maior mídia em publicidade até 2015", avalia Suzy Young, editora de Informação da Wark.
    Young observa ainda que, embora afetado pela recessão na Europa, o Brasil manteve o crescimento da publicidade, o que ocorre há dez anos. Os gastos no setor no país terão passado de R$ 11 bilhões, em 2003, para R$ 30,1 bi, em 2012, já descontado o impacto da inflação nestes números.
    "O investimento estrangeiro na indústria brasileira de comunicação tem impulsionado o crescimento de gastos em publicidade. E vai continuar", prevê.
    A participação do Brasil no total aplicado nos 13 países examinados também vem aumentando: de 3,1%, em 2003, para estimados 4,5%, em 2012. Os Estados Unidos, cuja fatia passou de 50,4% para 41,6% nos últimos dez anos, vem perdendo espaço para emergentes. Já a participação da China terá passado de 6,5%, em 2003, para 12,2% em 2012, segundo as séries históricas da Wark.
    Fonte: BBC Brasil

    24 de nov. de 2011

    Excelente investimento!

    Vendo excelente ponto em Florianópolis!

    Estou com um investimento muito interessante: Venda de Bar/Restaurante em Florianópolis!

    Tenho informações privilegiadas de que uma grande faculdade se instalará nos seus arredores. O Bar já possui renome e movimentação, tanto de dia, quanto à noite. Não abrirei maiores informações, somente se houver real interesse.

    Abraços!

    21 de out. de 2011

    Dica de Investimento: Condomínio Jardim Ingleses PROMOÇÃO - LOTES POR R$ 140MIL

    De R$ 189.000,00 por R$ 140.000,00!!!
    Apenas 4 lotes para investidores - 450m2
    Em 6x sem juros!


    Anuncio aqui uma dica de investimento / Announcement here our investiment hint:
    Condomínio Jardim Ingleses
    Localizado num dos melhores locais para se morar em Floripa. Além de ser uma das praias preferidas pelos turistas, mantém a tradição dos colonizadores açorianos. Com mais de 40 mil habitantes fixos, o balneário, com os seus seis quilômetros de praia, tornou-se uma verdadeira cidade no norte da Ilha. É a praia com a melhor rede hoteleira de Florianópolis e no verão a população do balneário ultrapassa os 150 mil habitantes. Uma completa infraestrutura de lazer e diversão como passeios náuticos, bares e restaurantes à beira mar, e um ótimo comércio estão à disposição dos visitantes e turistas durante o ano inteiro.
    Located in one of the best places to live in Floripa. Favorite beach for tourists, keeps the tradition of Azorean settlers. With more than 40 000 population fixed, the neighborhood, with its nine miles of beach, became a true city in the north of the island. It is the beach with the best hotel chain in Florianópolis and in summer the population exceeds 150 000 inhabitants. A complete infrastructure for leisure and fun as boat trips, bars and restaurants by the sea, and a great trade are available to visitors and tourists throughout the year.
    Com mais de 158 mil m2 de área verde, na melhor localização do bairro. Entrega prevista do primeiro lote para 24 meses. Valorização garantida, principalmente pelo amplo crescimento do bairro, localização privilegiada com finalização da duplicação da SC 405 prevista para Dezembro/11, além de um acabamento de ótimo padrão. Um empreendimento com marca reconhecida Fiori, que possui seu proprietário com forte estrutura e recursos para correta finalização da obra. Seu investimento nesse condomínio é a partir de R$ 189 mil (valores de 09/11). Valorização estimada entre 10 a 15% anuais.
    With more than 158 000 m2 of green area in the best location in the neighborhood. Delivery in 24 months. Valuation guaranteed by the growth of the region, and great location. A venture with recognized brand Fiori, which its owner has a strong infrastructure and resources for proper completion of work. Your investment in this condominium is from $ 117 000 (values 09/11). Valuation estimated from 10 to 15% annually.
    




  • Piscina Adulto e Infantil     
  • Deck
  • Paisagismo com espécie diversificadas
  • Rede subterrânea de energia elétrica
  • Quadra Poliesportiva 
  • Quadra de Tênis
  • Playground
  • Ciclofaixas
  • Lounge
  • Espaço Gourmet
  • Snocker Bar
  • Academia ao ar livre 
  • Solarium
  • Foyer
  • Salão de Festas
  • Praça Superior
  • Totalmente Cercado 
  • 158 mil m² de area verde de preservação ambiental
  • Banheiros e Vestiários 
  • Club House
  • Praça Central
  • Guarita e Zeladoria
  • • Adult and Child Pool
    • Deck
    • Landscaping with diverse species
    • underground electricity network
    • Sports Courts
    • Tennis Court
    • Playground
    • Bike lanes
    • Lounge
    • Gourmet
    • Snocker Bar

    • Outdoor Academy
    • Solarium
    • Foyer
    • Reception Hall
    • Square Top
    • Fully Fenced
    • 158 m2 of Green area of environmental preservation
    • Toilets and changing rooms
    • Club House
    • Central Square
    • Guardhouse and Janitorial


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    10 de out. de 2011

    7 erros que podem ser fatais para uma startup

    Veja o que fazer para evitar que a empresa feche antes mesmo de decolar
    A fase startup é bastante delicada. Dois pontos são cruciais no começo: a elaboração do plano de negócios de acordo com a realidade do projeto e uma gestão saudável para que a empresa sobreviva. Passados esses desafios, é hora de olhar para investidores e cuidar para que a startup não se desfaça.
    raiva-600-jpg.jpg O economista e professor espanhol Fernando Trías de Bes reuniu em O livro negro do empreendedor, publicado em 2007, os fatores-chave para o fim de um empreendimento. Bes ressalta que o próprio empreendedor, os sócios, a ideia de negócio, a situação familiar e a gestão do crescimento são pontos cruciais para o sucesso da empresa.
    O investidor e mentor Yuri Gitahy, que também apoia empresas iniciantes através da Aceleradora, listou os principais erros cometidos pelas startups brasileiras e como escapar de cada um deles.
    1. Esconder a ideia
    Não queira esconder sua ideia de todo mundo. O mais indicado é usar o feedback dos amigos e familiares para tentar melhorá-la. É comum que as pessoas de fora enxerguem pontos que o empreendedor não consegue ver. “Se você não conta a ideia, os investidores nem te escutam. Isso te elimina”, diz Gitahy. Ele ressalta que não é preciso detalhar o projeto todo.
    2. Impor barreiras
    Vida de empreendedor não é fácil. Se você fica cansado só de pensar em todas as reuniões e portas que vai precisar bater para concretizar um projeto, é melhor buscar outro caminho. Não espere que um investidor se convença a investir na ideia, já comece a torná-la viável por conta própria. “As pessoas transferem para o outro a barreira de criar o negócio, O empreendedor de verdade conversa e até convence alguém a fazer de graça. Ele dá um jeito e não transfere a responsabilidade para a falta de dinheiro”, afirma.
    3. Abordar investidores errados
    Antes de sair em busca de recursos para tirar a ideia do papel, o empreendedor precisa mapear o mercado e encontrar investidores com perfil para aquele tipo de negócio. Não aborde investidores que não tenham o perfil certo para serem seus sócios. Prefira conhecê-los bem antes de assediá-los para investimento. “O melhor a fazer é estudar o perfil de quem você vai conversar e fazer uma abordagem que tenha a ver com o investidor”, ensina.
    4. O “achismo”Boa parte do cotidiano de uma startup é feita de planos, mas isso não significa que o empreendedor possa viver no mundo das ideias. Não se iluda nem tente convencer os outros de que a startup vale milhões. Mantenha os pés no chão e busque gerar receita. “O empreendedor começa a calcular números que não fazem sentido. É ‘achismo’. O potencial da ideia não vale milhões, a execução vale”, explica.
    5. Confundir família e empresa
    Chamar amigos e familiares para trabalharem informalmente no projeto é um erro bastante comum nas empresas iniciantes. Recrutar funcionários é parte do trabalho do empreendedor. Deixe claro – e assinado - quais os direitos, deveres e percentuais das partes envolvidas. “As pessoas não pensam como um negócio mas como amizade e na hora de trabalhar começa a dar problema”, diz. Isso acontece, segundo ele, por uma questão de cultura e de imaturidade do empreendedor. “É um ambiente muito estressante, as relações são testadas e acaba-se criando problemas com quem não tem nada ver com o trabalho”, explica.
    6. Fazer um produto para si mesmo
    Não crie um produto e já tente vendê-lo. Antes disso, prepare-se e desenvolva o projeto de forma que o cliente aceite pagar por ele. Uma pesquisa de mercado ajuda muito para evitar esse erro. “É difícil conseguir fazer uma pesquisa, mas existem técnicas fáceis de encontrar e possíveis de fazer com pouco dinheiro, como costumer development e validation”, conta.
    7. Global x Local
    Não foque no mercado local. Busque algo que atinja o mercado global. “Startup é quando você cria um negócio que tenha escala. Você coloca pouco dinheiro e sabe que vai receber muito. Pense grande”, ensina.

    28 de set. de 2011

    Orientações para compra de lote como investimento

    Tradicionalmente adotada por aqueles que desejam construir a residência de acordo com os seus sonhos e orçamento, a compra de lote começa a ganhar espaço como investimento. De acordo com o diretor da Vallor Urbano, Sergio Pereira, no setor de loteamentos “a lucratividade é algo inerente ao próprio negócio, e pode ser potencializada em momentos e locais com maior facilidade de liquidez. A valorização de um lote, historicamente, nunca é inferior a 30% em termos reais”, explica.

    O diretor da Vallor, empresa especializada na urbanização de áreas residenciais e industriais, recomenda a quem pretende comprar um lote, para construir ou investir, ficar atento à regularidade do empreendimento, para não correr o risco de adquirir frações de terras que, na realidade, são fruto de ocupações irregulares, vendidas ilegalmente.

    Pereira alerta que o resultado da compra de um lote sem a devida precaução é a destruição do sonho do comprador e, consequentemente, o risco do capital investido. Ele recomenda como primeira providência exigir a matrícula do lote. “É como se fosse uma certidão de nascimento. A matrícula deve estar registrada no Cartório de Registro de Imóveis”, adverte. O especialista explica que, em seguida, é importante checar na prefeitura se o empreendimento está com todas as licenças válidas.

    “Tanto o cartório, quanto a prefeitura têm obrigação de fornecer estas informações”, orienta, acrescentando que, normalmente, as empresas sérias do setor de loteamentos disponibilizam tais informações nos plantões de vendas, por meio de um advogado a postos para esclarecer as dúvidas dos compradores.

    Valorização – Quanto à valorização do lote, Pereira diz que depende de vários fatores, estando entre os principais: a localização, o padrão do loteamento, a infraestrutura da área em que se encontra o lote e o tipo de casas que serão ali construídas.

    Um exemplo de valorização mencionado por Pereira é o empreendimento realizado pela Vallor Urbano em Ribeirão Preto (SP), chamado Giardini Dei Fiori. Um lote no local, vendido em maio de 2005 por R$ 18 mil, nos dias atuais é revendido por R$ 75 mil. Em seis anos, a valorização de um lote alcançou 316%, e o preço médio de venda das casas, construídas ali em um lote padrão, é hoje de R$ 200 mil.

    Pereira comenta que em apenas seis anos, considerando que, no período, a variação das cadernetas de poupança foi 59,17%, o lucro real gira em torno de 162%. “O comprador recuperou seu capital corrigido e ainda ganhou mais de três vezes o valor aplicado. Esta margem de lucro pode ainda ser potencializada, quando se agrega ao lote a construção de uma casa”, diz.

    O cenário para a valorização - Além da documentação do lote, recomenda o diretor da Vallor Urbano, o comprador deve verificar outras questões, tais como a disponibilidade de energia elétrica, esgoto e captação de águas pluviais, asfalto, guias e sarjetas.

    Sem essas características, diz o especialista, o empreendimento não está qualificado para ser bem sucedido. E reforça, comentando que, hoje, não se pode pensar em desenvolvimento urbano, e consequentemente, na valorização do produto, sem que haja a garantia de implantação de toda infraestrutura necessária.

    O especialista comenta ainda que, em alguns empreendimentos, é adotada uma iniciativa criativa para minimizar os custos das obras de infraestrutura, como o rateio entre os adquirentes, ao preço de custo, de alguns dos benefícios urbanos exigidos pelas prefeituras, para a aprovação do loteamento.

    “Essa é uma maneira econômica e viável para assegurar a lucratividade e valorização ainda maior do investimento”, analisa Sérgio Pereira. Atualmente, no Estado de São Paulo, um lote considerado popular custa em média R$ 30 mil, mas existem diversas opções de áreas, que vão desde espaços comerciais a lotes em empreendimentos fechados.

    A preocupação com a integração desses novos bairros à cidade e a oferta de comércio no local devem ser observadas, recomenda ainda o especialista, argumentando que tais fatores garantem comodidade aos moradores, geração de renda, e consequentemente, crescimento econômico para a região.

    “São raros os empreendimentos exclusivamente comerciais. Normalmente, existem quadras comerciais em projetos de desenvolvimento de novos bairros para assegurar o desenvolvimento do local”, explica. Ainda, segundo o especialista, em função do próprio crescimento da economia e facilidade de crédito, o mercado de lotes voltados ao lazer também tende a crescer nos próximos anos. “Esse segmento deve, em breve, experimentar uma expansão interessante, e terá uma característica bem diferente da que conhecemos hoje”, finaliza o diretor da Vallor Urbano, Sergio Pereira.

    Private Equity : Brazil

    Investing in the Consumer Market

    One of the major stories of the Brazilian boom is the growth of its domestic consumer market fueled by a swelling middle class with rising purchasing power. This middle class, or Class C (according the official class stratification scheme), with family incomes between US$750 and US$3,229 a month, has grown by almost 40 million since 2003, and now includes about 105 million people, or half the Brazilian population, accounting for nearly half of the country´s total purchasing power. Class AB (the upper-middle and upper classes) has also grown in the last decade. All classes of the population are spending more, with Class C expected to increase its total spending 19% this year. Brazilian fund managers and foreign investors are looking to the consumer market as one of the best means to gaining exposure of Brazilian growth.

    “One of the most interesting sectors to be in right now is companies within the consumer goods sector, where you can play on this growing, emerging middle class and relatively little dependence on foreign factors which may affect other sectors,” said Eduardo Menge, Portfolio Manager at Olimpia Partners, an independent strategy and asset management firm based in Sao Paulo. “The companies in this sector are extremely interesting because they´re not as susceptible to foreign risk as commodity, energy, or export companies are; you´re playing purely this domestic growth.”

    Mauricio Levi, Chief Investment Officer of FAMA Investimentos, a Brazilian asset management company, agreed, explaining how, from 1997 to 2003, FAMA invested in companies that profited mostly from exports, but in 2003 began shifting their portfolio toward the domestic market. “We have been investing in the domestic story for several years now, and that includes the consumer story, the service industry, the home-building sector – those companies that are driving their earnings from the Brazilian market and not from abroad.”

    27 de set. de 2011

    Fórum de Turismo de Negócios - Estaremos lá!

    O Fórum

    Empreendedores das grandes marcas e produtos do Brasil e do mundo, assim como importadores e exportadores, se reunirão nos dias 24, 25 e 26 de novembro, no Centro de Eventos da ACM, em Florianópolis, para o FTN – Fórum de Turismo de Negócios. O evento busca reunir não apenas as empresas diretamente ligadas ao turismo, mas também a indústria da moda, saúde, beleza, o setor imobiliário, tecnológico, entre outros, a fim de estimular o turismo de negócios e garantir o network necessário entre os participantes para fechar acordos na compra e venda de produtos ou serviços.

    Serão ministradas, durante os três dias do Fórum, palestras e capacitações com convidados internacionais que abordarão hotelaria, marketing, investimentos, importação e exportação, moda, saúde, tecnologia, fontes de energia, sustentabilidade e ecologia. Os temas serão trabalhados de forma que os participantes possam entender como aplicar o Turismo de Negócios em cada ramo de interesse. Além das palestras, haverá um desfile de moda e, durante os três dias, uma feira para a exposição e comercialização de produtos entre importadores e exportadores de todo o mundo.

    A comissão organizadora estima receber quatro mil e quinhentos participantes de mais de dez países, dentre empresários, profissionais do turismo, autoridades do governo e jornalistas. Estarão à disposição dos convidados tradutores em inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, japonês e chinês.

    Acesse www.ftnonline.com

    Feira de Negócios

    O espaço térreo do Centro de Eventos da ACM será destinado para a exposição dos patrocinadores e expositores. A Feira de Negócios acontecerá durante todos os três dias do evento, das 9h às 18h. Os dois primeiros dias serão destinados ao público específico e aos participantes do Fórum e, o último dia, aberto ao público geral.

    Palestras

    Negócios e Copa 2014
    Palestrante: Mario Celso Cunha (Brasil)
    Hora/Local: 24/11 - 11h30 - Salão V4

    IBPQ
    Palestrante: Ney Weissheimer Jr e Eduardp Righi (Brasil)
    Hora/Local: 24/11 - 14h30 - Sala V5

    Turismo Sustentável e Energias Renováveis
    Hora/Local: 24/11 - 16h - Salão V4

    Máquinas e Equipamentos, Importação e Exportação no Turismo
    Palestrante: Yang Su (China)
    Hora/Local: 24/11 - 16h - Sala V5

    Hotelaria e Turismo sem Sazonalidades: como vender e onde captar clientes para shows, eventos, cultura, campeonatos, esportes e casamentos
    Palestrante: George Watson e Jim Beach (EUA)
    Hora/Local: 25/11 - 9h - Salão V4

    Desafios na Gestão de Empresas Turísticas
    Palestrante: Crisomar Souza (Brasil)
    Hora/Local: 25/11 - 13h30 - Salão V4

    Turismo de Negócios e Eventos no Brasil
    Palestrante: Eduardo Sanovicz (Brasil)
    Hora/Local: 25/11 - 15h30 - Salão V4

    Construindo Roteiros Gastronômicos
    Palestrante: Walter Wieland (Suíça)
    Hora/Local: 26/11 - 14h30 - Sala V5

    Mercado Imobiliário e de Investimentos no Turismo
    Hora/Local: 26/11 - 16h30 - Sala V5


    TI Cresce acima do PIB Nacional - Floripa tem incentivos, informe-se!

    Além do crescimento, as empresas precisam de incentivos, venha para a Capital da Inovação - Floripa

    A indústria brasileira de softwares (programas de computador) e serviços de tecnologia da informação (TI) está crescendo acima do Produto Interno Bruto (PIB), a soma dos bens e serviços produzidos no País. De acordo com dados do Observatório Softex, unidade de estudos e pesquisas da Sociedade Softex, o crescimento médio real observado entre 2003 e 2009 atingiu cerca de 8%.
    "Você tem um movimento das pequenas (empresas), que estão ganhando robustez, apesar de a concorrência estar muito acirrada para o setor. Você tem um crescimento importante de receita, mas tem também uma concorrência para algum tipo de atividade que está se intensificando com o tempo", disse a gerente do Observatório Softex, Virginia Duarte. Ela participa do 9º Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios (Rio Info 2011), que começa nesta terça-feira no Rio.
    Até 2016, a projeção é que o setor de TI nacional cresça em torno de 7,7% ao ano. "Ainda acima do PIB, mas um pouco menor do que a gente viu para o período anterior. Há uma tendência de desaceleração do crescimento, mas não muita". A previsão considera um PIB moderado de 4,5% ao ano, até 2016. Virginia disse que se a economia crescer acima de 4,5%, a tendência é que a indústria fique mais aquecida.
    Para o ano de 2011, a estimativa é que o faturamento do setor de software e serviços de TI atinja R$ 63 bilhões. A expansão será superior a 7% em relação a 2009, disse Virginia. Não há ainda números relativos a 2010, informou.
    Ela concordou com a opinião do presidente do Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio de Janeiro (Seprorj), Benito Paret, de que está havendo uma estagnação da indústria fluminense de TI, embora ela permaneça na segunda posição do ranking nacional em número de empresas, pessoas ocupadas e receita. "Enquanto São Paulo cresce a taxas significativas, o Rio de Janeiro está dando uma estagnada. E, provavelmente, o Benito tem razão, isso se deve à questão de incentivo fiscal".
    Segundo o presidente do Seprorj, a redução prevista de 5% para 2% do Imposto sobre Serviços (ISS) para o setor de TI do Rio de Janeiro não ocorreu até agora, o que prejudica a indústria local.
    Por outro lado, está havendo um crescimento importante nos estados do Sul, que mostram expansão superior à do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, revelou a gerente do Observatório Softex. Em termos de emprego, ela disse que há registro de crescimento. O grupo, que reúne sócios e assalariados, alcança em torno de 590 mil pessoas, das quais 100 mil seriam sócios, englobando aí os consultores pessoas jurídicas.
    No grupo de assalariados, estão incluídos os profissionais especializados de TI, como analistas, engenheiros de computação, administradores de banco de dados, programadores e especialistas, entre outros, que chegam a 200 mil pessoas.
    Virginia Duarte analisou que a tendência é a expansão do mercado de trabalho formal no setor de TI, devido às medidas determinadas pelo governo federal de desoneração da folha de pagamento. Isso deve mudar a composição da força de trabalho, com a inclusão de pessoas terceirizadas na folha. "O mercado de trabalho formal, de assalariados e celetistas, vai crescer e vai diminuir o número de sócios de empresas", estimou. "Isso é bom, porque a concorrência está braba".
    Virginia Duarte avaliou que a maior concorrência às empresas nacionais de TI vem da Índia e da China, "principalmente na parte da indústria mais voltada para o modelo baseado em serviços de mais baixo valor". Ela índicou que o segmento em que a competição fica mais complicada é a de serviços de TI de desenvolvimento sob encomenda para a rede global.
    O Rio Info 2011 se estenderá até o próximo dia 29. A Sociedade Softex é a gestora do Programa para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Programa Softex).

    26 de set. de 2011

    Ótima Reportagem DC: Saiba como transformar boas ideias em negócios rentáveis

    Empreendedores e investidores mostram o caminho para quem tem ideias revolucionárias
    Alessandra Ogeda | alessandra.ogeda@diario.com.br
    Eles são jovens e têm ideias para produtos e serviços consideradas revolucionárias. Quando criaram as suas próprias empresas estavam na faixa dos 20 ou 30 anos de idade. Esse perfil de empreendedores catarinenses está cada vez mais na mira dos fundos de investimentos e das redes de "investidores-anjo". Todos em busca da próxima proposta que poderá multiplicar as suas apostas e valer alguns — ou vários — milhões.

    Se você tem uma startup (empresa inovadora iniciante que tem grande potencial para deslanchar), mas não tem recursos para tornar o seu negócio realidade ou fazê-lo crescer, um caminho para conseguir dar certo pode ser o capital de risco. Leia, a seguir, uma série de dicas, de empreendedores e investidores, de como ter sucesso na busca por este tipo de recurso:
    >> Dicas dos empreendedores

    :: Marcos Passos, 22 anos, criador do site Bookess:

    — Não procure um investidor quando você tem apenas uma ótima ideia. O melhor momento de fazer isso é quando você já começou o projeto e tem algo prático para mostrar
    — Em outras palavras, não comece com o plano de negócios, mas criando um protótipo do seu projeto e mostrando que ele é viável e que poderá crescer e trazer lucro para o investidor
    — O maior problema não é ter uma ótima ideia, mas conseguir definir um modelo de negócio sustentável. Agregue valor ao que você está oferecendo e mostre de que maneira a proposta trará dinheiro para quem acreditar nela
    — Se você criar um site, defina muito bem o seu modelo de negócios — a maneira com que ele dará lucro — e consiga pelo menos 100 clientes para ele antes de procurar um investidor
    — Busque formar um histórico de sucesso, com iniciativas de êxito anteriores, porque o capital de risco não investe apenas na empresa, mas no empreendedor também
    :: Tarqüinio Teles, 40 anos, fundador da Hoplon Infotaintment:
    — Tome cuidado com o "vulture capital" (capital abutre). O investidor que pedir mais de 50% da empresa em troca da injeção de capital está explorando o empreendedor e não é sério
    — No primeiro contato com o investidor, mais importante que a vantagem tecnológica da proposta é mostrar a oportunidade de retorno financeiro que aquele negócio poderá trazer para quem acreditar nele
    — Não perca a oportunidade de vender o seu negócio como uma boa ideia para um investidor. Como nos vestibulares, a chance aumenta depois de algumas tentativas. Por isso busque, primeiro, fundos em sua região para "treinar"

    — Busque um bom escritório de advocacia para lhe ajudar nos detalhes do plano de negócios e durante as negociações com os investidores. Também deixe muito claro os detalhes de alterações na empresa com os seus sócios

    — Dentro do possível, escolha como sócios pessoas de diferentes áreas — evitando uma equipe só de técnicos, por exemplo — com quem você já tenha trabalhado junto, que revelem profissionalismo e em quem você confia
    :: Bernardo de Castro, 31 anos, presidente da Arvus Tecnologia:
    — Se a sua empresa fabrica produtos ou soluções, tente conquistar pelo menos um cliente de referência (de grande porte e conhecido) para comprovar que o conceito do que você faz pode emplacar antes de buscar um investidor
    — Pense no fundo de investimento como um sócio-investidor. Por isso, desenvolva um apego menor ao seu negócio, já que ele poderá ser vendido integralmente no final do ciclo de investimento do fundo
    — Produza um "pitch" (resumo) com dados da empresa e do projeto de investimento convincente, tentando conquistar junto ao investidor uma primeira reunião de apresentação — onde entrará em jogo o plano de negócios
    — Em um "pitch" é recomendável que sejam citadas as informações básicas sobre o que a empresa faz, dos empreendedores, o mercado em que ela atua e a projeção de crescimento do negócio e de seus produtos
    — Quando for entregar/apresentar o plano de negócios, tente fazer um contrato de confidencialidade com o investidor, para que ele não termine chegando à concorrência

    :: João Bosco, 29 anos, sócio-proprietário da Chaordic Systems:— Compartilhe o seu plano de negócios com conhecidos, como empresários e professores, para que eles contribuam com o projeto refinando ideias e adequando a proposta para o mercado

    — Conheça bem o fundo para o qual você pretende apresentar o plano de negócios. Da mesma forma com que eles avaliam o empreendedor, é importante que você conheça o perfil pessoal dos investidores
    — Aproveite ao máximo o networking (rede de relacionamentos) e a experiência de gestão oferecida pelo fundo ou pelo grupo de investidores-anjo com quem você assinar um acordo de investimento

    — Procure se aperfeiçoar buscando, além das informações técnicas, conhecer outras áreas, como Administração e Direito, que podem auxiliar muito no desenvolvimento da empresa
    >> Dicas dos investidores

    :: Marcelo Cazado, gestor da Floripa Angels:

    — Se você é uma startup web, procure consolidar o seu projeto e não apenas vender uma ideia. Mostre que você é capaz de executar o que está propondo como negócio rentável

    — Evite começar a empresa com muitos sócios. Porque se você tiver cinco, por exemplo, o risco de conflitos é muito maior e você não está deixando espaço para a entrada de um investidor como sócio

    — Escolha um investidor que possa aportar, muito mais que dinheiro, capital intelectual para o seu negócio. Alguém que possa dar apoio constante para o projeto e auxiliar diretamente no seu desenvolvimento
    — Se você enviar uma proposta por e-mail, produza um material de alto nível: atrativo, objetivo, claro, bem escrito, sem erros de português ou de informações. Seja sucinto, enviando no máximo 10 páginas de conteúdo

    — Tenha em mente que o seu negócio deverá apresentar uma rentabilidade maior para o investidor do que as opções de pouco risco do mercado, como o investimento em imóveis ou em ações blue chip (de alta liquidez, como Petrobras)

    :: Reinaldo Coelho, gestor regional do fundo Criatec:— Independente do perfil do fundo ou do investidor-anjo que você for procurar, algo tenha claro: a sua empresa deverá ser muito inovadora

    — Procure apresentar não apenas um produto ou serviço inovador, mas um conceito de plataforma tecnológica — ou seja, que a partir do seu projeto possam ser criados vários outros produtos ou soluções interessantes ao mercado

    — Procure formar uma equipe diversificada e balanceada, que não tenha apenas empreendedores com uma visão interna, para o desenvolvimento técnico do produto, mas também com visão externa, voltada para o mercado (ou seja, não apenas engenheiros, mas profissionais dedicados à comercialização e às finanças)
    — Tenha em mente que a necessidade de aporte para o seu projeto deve ser adequada à possibilidade do fundo — não adianta pedir R$ 5 milhões para um fundo que tem um limite de R$ 1 milhão por empresa para investir

    :: Marcelo Ferrari Wolowski, gestor do Fundo SC:— Pense como um empresário que vai comandar um negócio, muito mais do que como o inventor de uma nova tecnologia ou serviço. Desta forma, será muito mais fácil elaborar um plano de negócios convincente

    — Coloque-se no lugar do investidor, planejando com detalhes como você vai buscar o crescimento da empresa e, consequentemente, como fará o dinheiro investido render

    Green investment


    I have an excellent investment in green energy. We developed a form to produce charcoal in 3-4 days from the cut of the tree. They don't release toxic gases in the process. It's more cheap and it's a green energy. We can make firewood in this process too. The investor can have a TIR for 47% per year and a Payback in 2.8 years. Investment from $ 2-5 mi in Brazil what guarantee a permanent visa. I will send more information if necessary.

    Best Regards,

    Diogo Machado
    +55 (48) 8423.1751

    Financial Times destaca TI de Santa Catarina

    A publicação online Brazil Confidential, editada por jornalistas de um dos maiores grupos de mídia focada em economia do mundo, o Financial Times, destacou o potencial do setor tecnológico catarinense em reportagem sobre o Estado. Santa Catarina: revitalising and modernising é o título da matéria de seis páginas publicada na última quinzena de setembro de 2011, que destaca as dificuldades da indústria tradicional catarinense frente à competição chinesa e o esforço recente em desenvolver um “vibrante” setor tecnológico no Estado.
    Na reportagem, foi abordado números da indústria de Santa Catarina e exemplos de grandes empresas em diversos setores, como WEG, Librelato e Cecrisa. Como a publicação tem como foco investidores de todo o mundo, a reportagem apresentou algum dos investimentos recentes na economia do Estado citando exemplos de fundos de private equity com atuação em Santa Catarina.
    O papel do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), no incentivo a alguns setores também foi alvo na reportagem da publicação inglesa. E o da tecnologia da informação e comunicação mereceu grande destaque no contexto da matéria por ser uma das apostas tanto do governo, quanto dos investidores, da revitalização e modernização da economia catarinense. A expectativa do governo é fazer do estado os mais inovador do país em 10 anos, por meio do plano SC@2022, em vias de ser lançado.
    Outra aposta é no desenvolvimento de clusters regionais ao longo de todo o Estado – um dos principais é o Sapiens Parque, em Florianópolis, que recentemente anunciou seu primeiro investimento privado por uma das maiores empresas de tecnologia do Estado, a Softplan/Poligraph. No total, R$ 23 milhões serão investidos na construção da nova sede da empresa no empreendimento.
    Todo este potencial do segmento tecnológico e a busca por negócios inovadores tem atraído diversos investidores, segundo a reportagem, como os fundos da CVentures, CRP Participações, BR Investimentos, Fundo SC, DLM Invista e Criatec. Deste último, o Criatec, criado pelo BNDES e Banco do Nordeste, o repórter destacou os investimentos no Estado – das cinco empresas que já receberam aportes do fundo, quatro são catarinenses. Duas delas, de Florianópolis, mereceram destaque por já terem recebido um segundo round de investimento: a Arvus, que desenvolve tecnologias para agricultura de precisão; e a Cianet, uma indústria de equipamentos na área de comunicação digital e telecom.
    Representantes destes fundos regionais e nacionais foram ouvidos e foram unânimes em afirmar do potencial de investimentos em empresas que o Estado oferece. Uma das preocupações apontadas e que pode prejudicar um maior crescimento do segmento é falta de mão de obra qualificada, que pode se agravar caso grandes empresas decidam instalar unidades no Estado. O presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), Rui Luiz Gonçalves, além de abordar números do setor, falou à reportagem sobre a participação dos investidores em empresas de TI do Estado.
    Mais informações sobre a publicação Brazil Confidential podem ser acessadas no site. Somente assinantes podem ter acesso ao conteúdo da edição em que o estado catarinense foi destaque.

    23 de set. de 2011

    SC@2022 Novo plano econômico para SC **Importante**

    Novo modelo de desenvolvimento econômico de SC prioriza tecnologia e sustentabilidade
    São Paulo - SP (19/9/2011)
    http://www.sds.sc.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=731&Itemid=1&lang=

    19_09O governador Raimundo Colombo apresentou, nesta segunda-feira (19), para empresários de São Paulo, o novo modelo econômico que vai ser desenvolvido em Santa Catarina. O objetivo, é preparar o Estado para o desenvolvimento futuro e para o mercado competitivo mundial. A mostra foi feita em conjunto com o secretário de Desenvolvimento Sustentável, Paulo Bornhausen, acompanhado do presidente da SC Parcerias, Ênio Branco. O evento foi na Associação Comercial de São Paulo e reuniu cerca de 30 membros do Conselho de Políticas Sociais e de Economia. The governor Raimundo Colombo presented on Monday (19), in São Paulo for business, the new economic model that will be developed in Santa Catarina. The goal is to prepare the state for future development and the global competitive market. The show was done in conjunction with the secretary of Sustainable Development, Paulo Bornhausen, accompanied by the president of SC Parcerias, Ênio Branco. The event was the Commercial Association of São Paulo and met about 30 members of the Social Policy and Economics.
    O grupo catarinense falou sobre o novo plano que engloba ações econômicas, sociais e de sustentabilidade, chamado de SC@2022. Alguns dos projetos que fazem parte desse programa macro já estão em andamento, como o Juro Zero. Aprovado pela Assembleia Legislativa na semana passada, ele abre linhas de crédito para os microempreendedores individuais (MEIs) quem têm renda bruta anual de até R$ 36 mil. Entre os benefícios do programa está o pagamento dos juros pelo Governo do Estado. “Com a desindustrialização que afeta o país e atinge também Santa Catarina, muitas empresas não conseguem concorrer com os produtos importados e estão fechando as portas. Assim, quem perdeu o emprego e tem vontade de trabalhar por conta pode se beneficiar com esse programa. Muitas grandes empresas de Santa Catarina começaram assim com pequenos negócios dentro das próprias casas”, explica o governador. The group talked about the new action plan that includes economic, social and sustainability, called SC@ 2022. Some of the projects that are part of this macro program are already underway, such as the Zero Interest. Approved by the Legislature last week, it opens lines of credit to individual microentrepreneurs who have annual gross income up to R$ 36,000. Among the benefits of the program is the payment of interest by the State Government. "With the deindustrialization that affects the country and also flies to Santa Catarina, many companies can not compete with imported products and are closing the doors. So, who lost his job and wants to work can benefit from this program. Many large companies in Santa Catarina started well with small businesses within their own homes", explains the governor.

    Outros projetos abordados serão os voltados para o setor tecnológico. O Governo do Estado prepara programas para o desenvolvimento de pólos tecnológicos em várias cidades do Estado e tem outros já em andamento, como o Geração Tec, que capacita 5 mil jovens para o mercado de tecnologia e informática. "Também estamos fazendo parceria com regiões desenvolvidas e referências em setores no mundo, como é o caso da Catalunha, na Espanha, modelo de pólos tecnológicos. Vimos isso em Barcelona e já estamos acertando projetos de cooperação entre aquela região e Santa Catarina", afirmou o secretário de Desenvolvimento Sustentável, Paulo Bornhausen. Other projects discussed will be focused on the technology sector. The State Government is preparing programs for the development of technology centers in cities across the state. Others are already underway, such as Generation Tec, which trains 5000 young people for the technology and computing market. "We are also partnering with references in developed regions and sectors in the world, as is the case in Catalonia, Spain, model of technology centers. We saw it in Barcelona and we are already hitting cooperation projects between that region and Santa Catarina," said Sustainable Development secretary, Paulo Bornhausen.
    O programa SC@2022 deve ser lançado até o final do ano e, entre os programas ligados a área teconológica, também há projetos voltados a economia verde, desenvolvidos em parceria com a Fundação do Meio Ambiente (Fatma). The program SC@2022 should be launched at the end of the year and between programs linked to the technological area, there are also projects aimed at the green economy, developed in partnership with the Environmental Foundation (Fatma).

    22 de set. de 2011

    Economia de SC é destaque no conceituado Financial Times

    Economia de SC em destaque
    [Praia+Mole,+Florianópolis+-+Santa+Catarina,+Brasil]A economia catarinense foi destaque em publicação analítica confidencial do Financial Times, jornal britânico que é considerado a publicação econômica de maior credibilidade mundial. Intitulado Brazil Confidential (Brasil Confidencial), a publicação do último dia 15, que começa com abordagem sobre o potencial do pré-sal e termina com a participação da presidente Dilma em Nova York, traz informações sobre SC em seis páginas. A reportagem informa que o Estado tem pequenas cidades que lembram países germânicos e tem um dos melhores índices sócioeconômicos do Brasil. O bom cenário se baseia em indústria diversificada, que inclui móveis, têxteis, cerâmica, metalurgia e motores, com a presença de pequenas empresas e um sofisticado setor agropecuário. Mas a concorrência chinesa aliada a problemas de logística estão colocando a indústria em declínio. De acordo com a publicação, a aposta do governador Raimundo Colombo é no setor de tecnologia da informação, que se destaca principalmente na Capital, Florianópolis, mesmo com obstáculos como a falta de mão de obra.
     InvestimentosA publicação do Financial Times aborda o avanço de fundos de investimento de Private Equity no Brasil e em Santa Catarina. Cita o fundo CRP Participações, que comprou parte da Librelato, de Carrocerias, no Sul do Estado, e o Darby, que investiu na Cecrisa em 2003. A reportagem fala da preocupação do secretário de Desenvolvimento, Paulo Bornhausen, de que o Estado tem polos de excelência, mas, também, regiões subdesenvolvidas. Aborda, ainda, a preocupação do presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, com a perda da competitividade da indústria. A participação da indústria no PIB do Estado caiu de 42% em 2004 para 33% em 2010.

    21 de set. de 2011

    Vantagens para investir em Negócios Internacionais em Santa Catarina

    PRIMEIRO ARTIGO DE BARBARA WAGNER PARA O LUCRANDO EM FLORIPA:
    VANTAGENS DO INVESTIMENTO EM NEGÓCIOS INTERNACIONAIS EM SC

    Por Barbara Wagner
    bmwagner@terra.com.br
    BMWAGNER Consultoria em Marketing Internacional Ltda
    21/09/2011
    Único estado brasileiro com 05 portos marítimos (Itajaí, Navegantes, São Francisco do Sul, Imbituba e Itapoá), estrategicamente localizado no Mercosul, a meio caminho entre São Paulo e Buenos Aires (os dois maiores pólos industriais da América do Sul), Santa Catarina tem vocação para o Comércio Internacional. Qualquer produto produzido ou importado por Santa Catarina é facilmente distribuído a milhões de consumidores na região mais rica do continente.
    As exportações de Santa Catarina refletem a diversificação e competitividade de sua indústria, desde o agronegócio com exportações de fumo, carne de frango e de suíno, passando pelas indústrias intensivas em trabalho, como móveis, confecções, calçados e cerâmica até o setor eletro-metal-mecânico (indústria de geradores e transformadores elétricos, motores, bombas e compressores, auto-peças e siderurgia).
    Na importação, além dos portos marítimos, as rodovias, ferrovias e aeroportos estão entre os melhores do país oferecendo uma excelente infra-estrutura logística. O Estado dispõe de profissionais especializados e qualificados, de um mercado consumidor de alto poder aquisitivo e oferece diversos incentivos à instalação de novos negócios e importações através dos portos catarinenses.
    Empresas e profissionais de Comércio Exterior oferecem consultoria e assessoria em planos de negócios e investimentos, estudos de viabilidade de importação de forma direta ou via trading company, considerando as possibilidades de desoneração fiscal mediante a utilização de tratamento tributário diferenciado.

    Venha você também, investir e fazer negócios em Santa Catarina!

    20 de set. de 2011

    Investimentos em energia limpa crescem 30% e atingem valor recorde

    Os investimentos do setor de energia limpa em todo o mundo cresceram 30% entre 2009 e 2010, atingindo um valor recorde de US$ 243 bilhões. A conclusão consta no guia intitulado Blending Climate Finance through National Climate Funds (A Incorporação dos Financiamentos Climáticos por meio dos Fundos Nacionais para o Clima), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PnuD).
    O documento é baseado na experiência acumulada pelo PnuD na criação, gestão e assessoramento de 750 fundos e na prestação de serviços referentes à mais de US$ 5 bilhões em contribuições obtidas a partir de múltiplos doadores. O guia é tido pela agência da ONU como uma nova ferramenta capaz de ajudar os países em desenvolvimento a aproveitar melhor os recursos, a fim de enfrentar as mudanças climáticas.
    “Estamos proporcionando aos governos uma receita para que eles possam acessar mais recursos e melhorar a gestão das atividades relacionadas às mudanças climáticas”, destacou o administrador-assistente e diretor de políticas de desenvolvimento do PnuD, Olav Kjorven.
    Apesar dos investimentos recordes em energia limpa, o relatório constata que apenas cerca de um décimo desses recursos saíram dos países membros do G-20 e se destinaram a áreas altamente vulneráveis às mudanças nos padrões climáticos, como os países menos desenvolvidos e Estados insulares.
    Exemplos de sucesso de fundos climáticos nacionais desenvolvidos no Brasil, em Bangladesh, na China, na Indonésia e em outros países são destaque no guia. A publicação faz parte de uma série de manuais práticos, guias e kits de ferramentas destinados a apoiar os governos na transição para um desenvolvimento sustentável, com baixa emissão de poluentes e mais resiliente às mudanças climáticas.
    Cobrança às potências
    A secretária executiva da convenção da ONU sobre mudanças climáticas, Christiana Figueres, pediu que a comunidade internacional mantenha o compromisso de estimular a chamada economia verde. O objetivo é incentivar o desenvolvimento econômico, com baixas emissões de carbono, como meio de limitar as mudanças climáticas no mundo.
    “O mundo espera que, durante a cúpula da cidade de Durban [na África do Sul], os governos deem os passos seguintes para criar um sistema global efetivo que permita enfrentar as alterações climáticas", ressaltou Christiana Figueres, em referência a 17ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre o Clima (COP-17), que será realizada de 28 de novembro a 9 de dezembro.
    No encontro, os líderes devem buscar soluções para a implementação do Protocolo de Kyoto – o acordo das Nações Unidas que define medidas conjuntas para a redução das emissões de gases de efeito estufa, cuja primeira fase termina em 2012.
    Tem de haver uma decisão clara dos esforços coletivos globais. Os países industrializados poderão contribuir para reduzir as emissões de forma transparente - Christiana Figueres.
    Segundo Christiana Figueres, os líderes mundiais deverão buscar meios para pôr em prática regras a fim de evitar o agravamento das mudanças climáticas e o aquecimento global abaixo dos 2 graus Celsius (ºC) até 2100.
    O assunto também faz parte da pauta de temas da Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), em 2012, no Rio de Janeiro. A reunião será o maior encontro mundial sobre preservação ambiental, desenvolvimento sustentável e economia verde, com a finalidade de definir um novo padrão para o setor. A previsão é que mais de 100 presidentes da República e primeiros-ministros estejam presentes.
    O assunto é tema das reuniões da presidente Dilma Rousseff, que está em Nova York para participar da 66ª Assembleia Geral das Nações Unidas. Nos encontros paralelos com líderes internacionais, Dilma deverá mencionar o assunto.

    Fonte: ecodesenvolvimento.org.br